Configuração móvel

PMV móvel em carretinha

É a configuração mais usada em obra e evento, e a razão é simples: o painel vai até onde a informação precisa aparecer, e vai de novo quando esse lugar mudar. Sem obra civil, sem equipe de instalação, sem esperar semanas.

Painel de mensagem variável móvel exibindo FAIXA DA DIREITA INTERDITADA no acostamento de uma rodovia
Em operação na rodovia

· Revlo, fabricante em Barueri/SP

O que é

Um painel de mensagem variável montado sobre carretinha própria, com engate para reboque. O conjunto é autônomo: leva a matriz de LED, o controlador, a alimentação e a estrutura de elevação do painel. Chega no ponto, é posicionado e entra em operação.

É o mesmo equipamento descrito em o que é um PMV. O que muda é a forma de instalação — e é ela que define onde a configuração faz sentido.

O que compõe o conjunto

Carretinha e engate

Estrutura sobre a qual o painel é montado, rebocável por veículo da própria operação. Permite deslocar o equipamento entre pontos sem acionar transporte especial a cada mudança.

Sistema de elevação

O painel sobe à altura de operação depois de posicionado e desce para o transporte. É o que permite ao conjunto circular e ainda assim exibir a mensagem na altura em que ela é lida.

Alimentação solar

Placa solar com banco de baterias, na maioria dos casos. É o que viabiliza operar em ponto sem rede elétrica, que é a condição da maior parte das frentes de obra.

Estabilização

Pés niveladores para manter o conjunto estável e o painel no ângulo certo de leitura, inclusive em acostamento e terreno irregular.

Engate da carretinha do painel de mensagem variável Revlo, com correntes de segurança
Engate e correntes
Painel de mensagem variável móvel Revlo com os quatro pés estabilizadores apoiados no piso
Quatro pés no chão
Placas fotovoltaicas do painel de mensagem variável Revlo abertas, vistas de cima
Placas fotovoltaicas
Painel de mensagem variável móvel Revlo visto por trás, com o mastro central
Mastro de elevação

Onde a carretinha resolve

  • Obra que avança. A frente de serviço se desloca e o painel acompanha. Sem essa mobilidade, a advertência antecipada fica na distância errada assim que a obra progride.
  • Evento. Montagem e desmontagem dentro da janela do evento, em local que muda a cada edição.
  • Emergência e interdição não programada. Acidente, alagamento, bloqueio. O painel precisa estar informando em minutos, não em semanas.
  • Ponto ainda indefinido. Quando não se sabe onde o painel deve ficar, o móvel permite observar o fluxo real e corrigir a posição — coisa que o fixo não perdoa.
  • Uso sazonal. Pico de safra, temporada, operação que existe alguns meses por ano e é recolhida depois.

Onde ela não é a melhor escolha

Vale dizer o inverso, porque erra-se nos dois sentidos. A carretinha não é a resposta quando:

  • O ponto nunca muda e a operação é contínua. Acesso de terminal, gate, entroncamento. Aí o painel fixo dilui melhor o custo e comporta display maior.
  • A distância de leitura exige display grande. Via de alta velocidade cobra legibilidade que o porte da carretinha limita.
  • O uso é interno e de curta distância. Em pátio e via interna, o PMV portátil costuma atender com estrutura mais leve e menor custo.
  • O que você precisa é direcionar fluxo, não informar. Para fechamento de faixa, o equipamento indicado é o painel de seta.

Posicionar é metade do trabalho

Painel móvel mal posicionado é o erro mais frequente que se vê em campo, justamente porque posicioná-lo é fácil demais. Três pontos que definem se ele vai funcionar:

  • Distância até o ponto crítico. O motorista precisa ler e ainda ter espaço para reagir. Essa distância depende da velocidade regulamentada do trecho, não do que é cômodo para a equipe.
  • Ângulo de leitura. Painel de frente para o fluxo. Alguns graus fora do eixo já reduzem a legibilidade a distância.
  • O que já existe no trecho. O painel não pode competir com placa regulamentar nem contradizê-la, e não pode obstruir sinalização existente.

Na locação com a Revlo, o posicionamento é feito pela equipe e revisado sempre que a frente de serviço avança. Está no escopo descrito em o que está incluso na locação.

Em via pública, o conjunto integra o projeto de sinalização e depende de aprovação do órgão com jurisdição sobre o trecho. Em área privada, valem as regras do operador. Veja normas para PMV.

Perguntas frequentes

Qual veículo consigo usar para rebocar?

Depende do peso do conjunto e da configuração. Informe na cotação qual veículo a sua operação tem disponível, para que a indicação já considere isso — ou para que o transporte entre em nosso escopo.

A carretinha precisa de emplacamento e documentação?

Para trafegar em via pública, o reboque precisa atender às exigências de documentação e licenciamento aplicáveis. Dentro de área privada, a circulação segue as regras do operador. Confirme a situação do equipamento antes de deslocá-lo por via pública.

Quanto tempo leva para entrar em operação depois de chegar?

O conjunto é posicionado, estabilizado e o painel elevado no mesmo dia, já com as mensagens programadas. O prazo total depende da distância até o ponto e da disponibilidade de equipamento na data.

Funciona quantos dias sem sol?

Depende do consumo do painel, do dimensionamento do banco de baterias e do regime de operação, se 24 horas ou apenas noturno. Traga o regime pretendido na cotação para que o dimensionamento considere isso.

Consigo mover o painel sozinho durante o contrato?

Tecnicamente é rebocável pela sua equipe, mas o reposicionamento afeta distância de leitura e ângulo, que são o que fazem o painel funcionar. Na locação com acompanhamento, a equipe da Revlo revisa a posição conforme a operação muda.

Precisa de um PMV móvel na sua frente de serviço?

Conte onde é, por quanto tempo e como a obra avança. A equipe técnica retorna com a configuração e o orçamento.

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